(...) Tive um vizinho de porta que gritava com a namorada ao telefone, sem se importar que o prédio inteiro ouvisse: “Não sei o que fazer! Fico mal contigo e fico mal sentigo!”.
Sempre achei essa situação desoladora, e nem estou falando do português do sujeito.
É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis (...)
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