"Nós namoramos seis meses, terminamos por
incompatibilidade e, por orgulho, nos mantivemos
afastados. Há nove meses ela sofreu um acidente de
carro, faleceu aos 25 anos. Todas as noites eu digo
que a amo, e repito todas as manhãs, na esperança de
que em algum lugar ela ouça, mas sei que não é
suficiente. Hoje eu sei que devia ter ido atrás dela,
telefonado dizendo que ela era a luz de minha vida,
mandado flores, bombons, cartões, ter pendurado uma
faixa na porta da casa dela, pichado o muro com o nome
dela, fazer de tudo para demonstrar meu verdadeiro
amor, mas eu não fiz.
Os meus "amigos" diziam, seja homem, não se humilhe
para ela. Não é preciso ser "homem" para ser
orgulhoso, pois isso não requer força, é preciso ser
"homem" para ser humilde, isso sim é difícil. Ela me
amou, morreu me amando e sei disso. Eu a fiz chorar
muitas vezes e tenho vontade de me bater quando penso
nisso. Queria poder reverter cada lágrima dela num
momento de alegria, mas, já não posso fazer isso. Eu
penso nos filhos que poderíamos ter tido, na velhice
juntos, com a qual eu nunca deixei de sonhar, no filme
romântico que ela queria ver e eu achava bobagem, nos
momentos que eu desperdicei estando longe dela. Eu me
enganei, achei que ela sempre estaria ali, me
esperando, mas, ela não esperou. Eu hoje procuro a paz
de muitas formas: religião, já passei por todas,
psicólogos, ioga, e esportes, de nada adianta. Uma vez
fui visitar uma cidadezinha chamada Lorena, fiquei num
sítio com amigos. Numa noite, na beira da fogueira,
quando se contam "causos", eu contei minha história,
havia umas 15 pessoas, todos jovens, só um senhor bem
de idade, todos se emocionaram, menos ele, eu achei
que nem estava prestando atenção, parecia ser um homem
muito simples, achei que fosse incapaz de entender o
que eu estava dizendo. Eu terminei minha história
dizendo que o pior de tudo era saber que não havia
nada a fazer. Alguns se levantaram, e eu fiquei lá,
até o fogo acabar, todos foram embora, menos o senhor,
ele ficou lá comigo e me disse que ainda havia o que
fazer, contar minha história, a tantas pessoas quanto
conseguisse, ser chato, insistente, tentar fazer com
que entendessem e não errassem como eu errei.
Desde então, eu envio a minha história e peço que as
pessoas repassem para tantas pessoas quanto conheçam.
Se você não der importância para essa mensagem, seu
cachorro não vai morrer, você não perderá seu emprego,
nem irá bater o carro. Mas se não ligar, pode errar
como eu errei e perder o amor de sua vida, como eu
perdi. Se você ama alguém, telefone e diga, escreva
uma carta, faça uma serenata, mande um cartão, mande
um e-mail, com três palavras: EU AMO VOCÊ. Pouco
importa que ela ou ele esteja com outro, pouco importa
que você esteja com outra, o amor só acontece uma vez,
e, se você tem a opção que eu não tenho, não a deixe
passar “
incompatibilidade e, por orgulho, nos mantivemos
afastados. Há nove meses ela sofreu um acidente de
carro, faleceu aos 25 anos. Todas as noites eu digo
que a amo, e repito todas as manhãs, na esperança de
que em algum lugar ela ouça, mas sei que não é
suficiente. Hoje eu sei que devia ter ido atrás dela,
telefonado dizendo que ela era a luz de minha vida,
mandado flores, bombons, cartões, ter pendurado uma
faixa na porta da casa dela, pichado o muro com o nome
dela, fazer de tudo para demonstrar meu verdadeiro
amor, mas eu não fiz.
Os meus "amigos" diziam, seja homem, não se humilhe
para ela. Não é preciso ser "homem" para ser
orgulhoso, pois isso não requer força, é preciso ser
"homem" para ser humilde, isso sim é difícil. Ela me
amou, morreu me amando e sei disso. Eu a fiz chorar
muitas vezes e tenho vontade de me bater quando penso
nisso. Queria poder reverter cada lágrima dela num
momento de alegria, mas, já não posso fazer isso. Eu
penso nos filhos que poderíamos ter tido, na velhice
juntos, com a qual eu nunca deixei de sonhar, no filme
romântico que ela queria ver e eu achava bobagem, nos
momentos que eu desperdicei estando longe dela. Eu me
enganei, achei que ela sempre estaria ali, me
esperando, mas, ela não esperou. Eu hoje procuro a paz
de muitas formas: religião, já passei por todas,
psicólogos, ioga, e esportes, de nada adianta. Uma vez
fui visitar uma cidadezinha chamada Lorena, fiquei num
sítio com amigos. Numa noite, na beira da fogueira,
quando se contam "causos", eu contei minha história,
havia umas 15 pessoas, todos jovens, só um senhor bem
de idade, todos se emocionaram, menos ele, eu achei
que nem estava prestando atenção, parecia ser um homem
muito simples, achei que fosse incapaz de entender o
que eu estava dizendo. Eu terminei minha história
dizendo que o pior de tudo era saber que não havia
nada a fazer. Alguns se levantaram, e eu fiquei lá,
até o fogo acabar, todos foram embora, menos o senhor,
ele ficou lá comigo e me disse que ainda havia o que
fazer, contar minha história, a tantas pessoas quanto
conseguisse, ser chato, insistente, tentar fazer com
que entendessem e não errassem como eu errei.
Desde então, eu envio a minha história e peço que as
pessoas repassem para tantas pessoas quanto conheçam.
Se você não der importância para essa mensagem, seu
cachorro não vai morrer, você não perderá seu emprego,
nem irá bater o carro. Mas se não ligar, pode errar
como eu errei e perder o amor de sua vida, como eu
perdi. Se você ama alguém, telefone e diga, escreva
uma carta, faça uma serenata, mande um cartão, mande
um e-mail, com três palavras: EU AMO VOCÊ. Pouco
importa que ela ou ele esteja com outro, pouco importa
que você esteja com outra, o amor só acontece uma vez,
e, se você tem a opção que eu não tenho, não a deixe
passar “
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